Cecília Meireles, viajo sozinha no meu coração
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra Dela disseram: cantou a reinvenção da vida e teve serenidade frente ao tempo. O que nos deixa sem mais para dizer. Conhecida tanto pela graça do seu Ou isto ou aquilo, quanto pelo seu [...]
Fernando Sabino, o conselheiro e suas listas
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra Não foi da corte de nenhuma realeza para receber título de conselheiro, na verdade os conselhos nem são assim seus propriamente dito, pegou emprestado, de tanto escutar, aprendeu e repassa. Mineiro que se [...]
A casa do Rio Vermelho
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra A casa do Rio Vermelho foi o começo de uma nova vida e de muitas histórias de vida. Jorge e Zélia habitaram e planejaram cada lugar naquela casa comprada em Salvador/BA, no [...]
Leiam Manoel Dantas e conheçam Miguelinho
Conversas na FLIN 2017, Tenda Moacy Cirne, Natal/RN, 11 de novembro de 2017. Frei Miguelinho e Manoel Dantas, com Edgar Dantas e Gustavo Sobral Um certo guarda-livros pernambucano, Antonio Nobre de Almeida e Castro, teve que vir à Natal resolver umas [...]
João Cabral de Melo Neto, as questões de pontuação
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra Não é parente do primeiro Cabral, aquele português piloto de caravela, que cuidou logo de vir para o Brasil. Pelo menos não se sabe se é. Se sabe é que tem um irmão [...]
Casa Mariana de Elizabeth Bishop
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra Casa da poeta Elizabeth Bishop em Ouro Preto. Quando a chuva goteja descendo pelas águas da casa, o horizonte já é cinza. Aquela névoa forma uma cortina flutuante que encobre o tudo [...]
José Saramago, não te resignes
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra Um escritor que dizia que, a certa altura, dizer era repetir-se. Dizer sempre o mesmo. Dizia como um gracejo, porque julgava que não tinha mais nada a declarar para além do que estava [...]
Manuel Bandeira, já pra Pasárgada!
texto Gustavo Sobral e ilustração Arthur Seabra Lotado em Pasárgada, mas com saudades do seu Recife, o poeta Manuel Bandeira de queixo quadrado, óculos quadrado, dentadura de coelho sabixão, e coração de manteiga derretida e por derreter, revela que poesia [...]


